O SENTIDO DO TRABALHO EM SUA VIDA

O que significa trabalho para você? Se perguntarmos às pessoas, as respostas serão variadas, pois para alguns, o trabalho representa castigo, para outros, apenas um meio de sobrevivência, outros veem o trabalho como um caminho de autorrealização.

A palavra trabalho é originária do latim tripalium, que significa instrumento de tortura, usado na Roma antiga. Há mais de um milênio os gregos consideravam trabalho como qualquer atividade menor, inferior . Historicamente, em muitas culturas espalhadas pelo mundo, trabalho teve a conotação de escravidão . Hoje em dia, a ideia de castigo e sofrimento vinculadas ao trabalho, estão perdendo o espaço. Porém, muitas pessoas ainda acreditam que é falsa a esperança que o trabalho possa ter algum sentido maior, ou até mesmo trazer felicidade. Elas acreditam que não haverá maiores ganhos financeiros, e que as oportunidades de crescimento raramente vão surgir. Dessa forma, passam o tempo todo desmotivadas no trabalho, esperando que algo aconteça para que elas comecem a melhorar.

O que precisa ficar claro a todos os trabalhadores, seja qual for a atividade que executam, é que o sentido do trabalho quem dá é você mesmo. Cada um atribui um significado para aquilo que faz, e esse significado vai determinar o quanto de dedicação você vai colocar para executar as atividades. Se o significado do trabalho for grandioso, você se comprometerá verdadeiramente com sua profissão.

O filósofo Alain de Botton, autor do livro Os prazeres e desprazeres do trabalho , diz que o trabalho, ao lado do amor, pode ser a nossa principal fonte de sentido na vida. Nós passamos maior parte do tempo no trabalho, sobra pouco tempo para outras atividades importantes como, lazer, saúde, estar com a família e amigos etc. Pesquisas já informam que, em algumas atividades, o brasileiro trabalha até 48 horas por semana. Então, se não encontrarmos um sentido valioso para o trabalho, passaremos pelo menos 1/3 da vida desanimados, desmotivados e desesperançosos.

Dar sentido ao trabalho não significa ser obcecado por ele, ou seja, ser um workaholic (viciado em trabalho), que só dá atenção ao trabalho e esquece as outras áreas que compõem a vida. Quando você tem grandes motivos em sua vida, ou seja, metas pessoais, sonhos e realizações para alcançar, o trabalho pode ser um meio de conquistar o que deseja. Dessa forma, o trabalho terá um sentido muito mais amplo. Um trabalho sem grandes significados faz com que a rotina distancie você de seus sonhos.

Então, procure visualizar seu trabalho como uma missão, como uma forma de ajudar os outros, de servir a outras pessoas, de ser útil e importante naquilo que você faz. Quando damos sentido ao nosso trabalho não existe preguiça ao acordar cedo e não há resistência para ficar um pouco mais no trabalho ao final do dia. Um trabalho com sentido forte faz com que aquilo que foi iniciado seja concluído. Pessoas que enxergam um sentido no trabalho, o fazem com entusiasmo, se dedicam a fazer o melhor em cada momento.

Lembre-se que o trabalho é o contexto mais apropriado para evoluirmos e crescermos como seres humanos, pois através do trabalho é possível desenvolver habilidades, contribuir com o progresso de outros, aprimorar relacionamentos e conhecer as próprias limitações.

Portanto, não escolha fazer de seu trabalho um martírio diário. Ao invés de reclamar do trabalho que você tem, agradeça a Deus por estar trabalhando e note o quanto você pode melhorar e crescer, inclusive espiritualmente. Reveja os significados que você tem colocado para acordar cedo todos os dias e enxergue a importância do que você faz para si e para os outros.

Autor: CERSI MACHADO

Considerado como um dos palestrantes mais criativos e dinâmicos da atualidade. Atua há 12 anos como palestrante motivacional e treinador comportamental em diversas regiões do Brasil. Autor de livros e Dvds, coautor dos livros Ser+.

AFINAL,POR QUE?

Em tantas andanças, por tantos anos e por tantas empresas, fica claro, para mim, e infelizmente, a dificuldade de se obter um clima amistoso, confiável e cooperativo entre as pessoas de um departamento ou de uma organização como um todo.

Quanta dificuldade para se adquirir e vivenciar uma grande competência: a empatia!

Empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de ver um ângulo das coisas, além do seu.

Quanta falta de produtividade e de bem estar desperdiçados por este oposto a empatia: o egoísmo ou “a vida olhada apenas para seu umbigo”.

É provável que muitos pensem: ”também, o cara é muito folgado” ou “este chefe é muito chato” ou “ele quer tudo para ontem, quem ele pensa que é?”

Na empatia existem outros componentes inerentes a ela: desejar o melhor, querer a paz em relação à discórdia, negociar soluções.

Além de empresário do ramo de treinamento através do teatro, sou esportista e, portanto, não cultuo a inocência ou a ingenuidade. Se, no futebol você entrar numa dividida sem tônus na perna, você pode quebrá-la, mas isto não significa que tem que ser violento, mas apenas firme.

Se você pertence às áreas administrativas ou de apoio e recebe solicitações da área operacional ou comercial e com isso estas solicitações te atrapalham ou entopem a sua rotina, faça uma escolha: paz ou discórdia, negociar ou reclamar, empatia ou egoísmo.

Mas, afinal, por que relutamos tanto em cooperar e sermos empáticos?

Ouço muito a famosa frase de defesa: “mas eu já tentei de tudo?” E dizem, ainda: “com esta empresa, com estas pessoas ou com ele especificamente, não dá!” Vou te dizer uma coisa arriscando a ser mal compreendido: você deve ter tentado apenas com seus próprios recursos habituais e automáticos, da mesma forma de falar que utiliza no seu dia a dia e provavelmente com pouca paciência e desejando resultado imediato.

Se você não muda suas estratégias e sua forma de se comunicar e tolerar, por que o outro deveria mudar, assim, como um passe de mágica? Este passe de mágica pode até acontecer, se você estratejar, se você mudar.

Já imagino os contra argumentos: “quer dizer que devemos tratar as pessoas como folhas de estufa, com alta delicadeza, se não elas murcham?” Não, não é isso. Devemos ser firmes, mas não violentos. Devemos saber que empatia é uma competência que se aprende e se aperfeiçoa, que, aliás, vale ouro. Devemos saber que não são só os outros que tem dúvidas, receios, traumas, desconfianças. Nós também, você também, mas nem sempre nas mesmas coisas. Daí a necessidade da empatia.

Afinal, Por quê?

É uma falta de competência da alma humana, pois em qualquer grupo acontecem as mesmas dificuldades. Em família pode ser até pior, o que é lamentável!

A empatia pode ser aperfeiçoada e deve para o bem geral. Então TREINE-A. Experimente falar diferente, ver outro ângulo, levar em conta outros aspectos que não costuma considerar e desenvolva esta enorme competência. Afinal, por que não tentar?

Reinaldo David Rizk

Fundador da Toque de Areia de Teatro Empresarial

ATITUDE

PALAVRA QUE DIFERENCIA VENCEDORES DE DESISTENTES

Quando falamos em Atitude, estamos discorrendo acerca de uma palavra muito forte que tem 3 definições:

1º Atitude significa a diferença entre o sucesso e o fracasso.

2º É quando paramos de pensar e começamos a agir.

3º É tudo o que fizemos no passado de positivo ou negativo e que vai mostrar onde estaremos e quem seremos no dia de amanhã, no futuro…

É bom lembrar que esta palavra se subdivide em soberanas e permissivas,

A “Atitude permissiva” é quando dependemos dos “se”.
Se lembrarem de mim, se o dia for bonito, se não chover, se eu acordar mais cedo, se não fizer muito frio, se gostarem de mim, se eu der sorte… então eu consigo, então vai dar certo, se a vida for melhor comigo hoje vou conquistar, se o cliente estiver de bom humor vou vender para ele….

Não dependa dos “se” – por favor…

A “Atitude soberana” é quando não dependemos dos acasos da vida, não vivemos em função dos “se”, não dependemos só da sorte ou de indicação de alguém a nosso favor,ou seja, é quando somos soberanos de nossas ações e conquistamos nossos sonhos e projetos em função de algo chamado de “raiva positiva”, um dispositivo que usamos naqueles momentos que precisamos ser perseverantes…. e falamos que … Só de raiva eu vou adiante, tento novamente, não desisto, sou ousado, só de raiva eu vou até o fim, posso chorar me arrebentar, me quebrar, mas o dia da minha vitória vai chegar e então ele chega e tudo faz sentido, isso é soberania… ôôô maravilha… Isso é trazer à existência o que ainda não existe.

Tenham todos cada vez mais, atitudes soberanas e conquistem o melhor porque nascemos para fazer a diferença… ôôô maravilha…

Giovani Zanetta

FALE EM PÚBLICO

COM CONVICÇÃO E AUTO-ESTIMA

Apontado com um dos maiores medos atuais do homem, a timidez e o pavor de falar em público causa nas pessoas embaraço dificuldade de relacionamento e problemas na vida profissional.
Conhecemos várias pessoas de diversos setores profissionais como:
Médicos, empresários, professores, magistrados, etc.., que não conseguem se expressar de forma natural e espontânea em função do pânico causado pelo excesso de timidez e pela inibição.
São incapazes de enfrentar platéias, discursar ou até mesmo falar para um pequeno grupo de pessoas.
Mas como surgem a insegurança, a timidez e o medo de falar em público??
Durante a formação do homem, ele recebe toda sorte de pressões e acumula nas suas complexas entranhas alguns dos fracassos e dissabores que a vida lhe oferece.
Durante esse processo ele ouve coisas do tipo:
“você não consegue”, “não será ninguém na vida”, “você é devagar”,” Não será capaz de…” e aí por diante.
Nasce então a falta de confiança e segurança nas suas potencialidades de sucesso principalmente para se apresentar diante de auditórios, dirigirem reuniões ou simplesmente conversar.
O medo, apontado por alguns autores como o maior inimigo do homem, constitui o gigante cujos tentáculos escravizam a vontade, limitam a criatividade, interrompem o desenvolvimento e o despertar das potencialidades-nasce com o homem e abraça-o por toda a sua vida.
Isso ocorre porque ao se comunicar, algumas pessoas o fazem com reputação e não com sua dignidade.
* Reputação na área da comunicação, significa a preocupação exagerada com os comentários que as pessoas podem fazer de nós, do nosso comportamento, da nossa forma de falar, do nosso jeito, o que elas vão pensar de nós… etc…

* Dignidade é o comentário que a nossa consciência faz de nós mesmos.
Ora,… Se eu me preparei, domino o assunto, porque devo exagerar em minhas preocupações sobre o que vão pensar de mim?

* Para você o que é mais importante: o que as pessoas pensam de você ou que a sua consciência pensa a cerca de você.??
Então o que acontece, é que quando muitas pessoas falam em público, seja numa rodinha de amigos numa pizzaria ou são responsáveis pela abertura de algum evento, ficam logo em pânico e quando chega o momento de falar, o fazem com reputação, ou seja, ficam pensando assim: “será que vão gostar de mim??, será que vão gostar do meu jeito? Será que vão me aprovar??, será, será, será…????

Estes pensamentos e esta postura ansiosa nos comprometem e nos põe para baixo. Devemos honrar, valorizar, respeitar nossos ouvintes e platéias, porém em primeiro lugar, devemos falar com dignidade, sabendo que somos capazes, estamos prontos e saber que ninguém ali deseja nos esfolar vivo nem nos prejudicar e que talvez não haja pessoas que conseguiriam estar no meu lugar nesta hora, então se sou eu, faço o melhor pensando em mim e ponto final.
Conheço muita gente que tem, por exemplo, medo e pânico de falar com seu gerente, diretor, chefe, em fim, são tomados por uma pressão tamanha que acabam sucumbindo.
Não conseguem expor suas idéias numa reunião, seminário, em função de que ali estarão pessoas hierarquicamente acima deles. Isso vai aos poucos nos apagando e vamos perdendo nossa identidade.
O antídoto para essas reações é apenas você desenvolver sua auto-estima, percebendo que você não está neste mundo por acaso, mas é alguém que nasceu para brilhar, nasceu para fazer a diferença e pensar que os outros precisam desesperadamente ouvi-lo, participar de suas idéias e aprender também como você.
Isso nos ajuda em muito na busca da nossa posição e desenvolvimento do nosso potencial como ser humano e comunicador.

Giovani Zanetta